Então enfim, senhoras e sem dores, temos uma pequena amostra da FORÇA que A Sociedade do Espetaculo nos promete. Sabe essas músicas que te fazem sentir vontade de gritar ao mudo que não é assim, não é desse jeito? Pra quem nasceu depois da segunda metade dos anos 80 poder ser meio complicado de entender a comparação que vamos fazer aqui, mas sabe o que lembra? TODO AQUELE CLIMA FLOWER POWER DOS ANOS 70. Vamos cortas as nossas amarras através de que força? “Ter direito ao corpo e ao proceder, sem inquisição” “Ser indiferente ao ser diferente, é sem senso” Esse mundo não vale a sociedade que deixamos, o que deve nos preocupar mais: que mundo vamos deixar para os nosso filhos ou que filhos vamos deixar para o mundo?
Já falamos isso aqui, sim, vamos nos repetir: Grandes transformações começam nas pequenas mudanças de atitude. Sermos mais tolerantes com o próximo pode ser mais dificil do que parece, aceitar as escolhas do outro, mesmo quando não concordamos com elas, calar quando gritar seria mais fácil. Talvez seja esse o começo, e começar não é fácil, mas quem sabe seja esse o passo fundamental para que nós nos tornemos merecedores desse mundo?
Aos poucos a tal amadurecência tão falada no Segundo Ato se mostra mais nitida nas letras e nos arranjos que aos poucos vamos descobrindo. O mais interessante é que a cada audição (tamo falando dificil? hehe) dessa música uma nova interpretação surge. Como um caleidoscópio, a cada mexidinha uma imagem totalmente diferente a partir de uma mesma matriz de cores. Uma infinidade de possibilidades, essa é força não só dessa música, mas ao que parece até agora de todo o novo disco que está prestes a chegar.